terça-feira, 24 de julho de 2007

Noites

As noites vêm acompanhada de solidão.
Solidão profunda e tão cheia em si
que preenche minha alma
e deixa sozinho este coração.


Com o vento que entra pela estreita fresta da janela,
sinto o cheiro do mar,perdido por aí,
cheio de si mais desacompanhado na solidão.


Silêncio infinito que corroe minha alma
e faz um extremo barulho por dentro,
barulho que depois se transforma em melancolia.
Tristeza do não dito,tristeza do silêncio
que é tão profundo que mexe com meus ouvidos
e me completa de solidão.


As noites vêm acompanhada
e sempre tão acompanhadas
que me preenchem
de solidão.

Um comentário:

Anônimo disse...

Juju, Que poema lindo! Adorei! Nossa você escreve muito bem, sabia?! Tão profundo e intenso.. só espero que não seja assim que se sente....E quando se sentir só, lembre-se de que tem uma prima que te ama e estará sempre a seu lado. Beijcoas